Vampiros Réquiem Mitológico: Andersom

Publicado: 18/09/2012 em RPG, Storytelling, Vampiro o Réquiem
Tags:

Vampiro Vrikolaka.
Personagem do romance Busca por Sangue.

Adaptação para Vampiros: Réquiem Mitológico.

Criador: Desconhecido
Transformação: Séxulo XVIII
Nascimento: fim do século XVII, Ouro Preto, Brasil
Peculiaridades: Caçador, sincero, agressivo
Virtude: Fortitude  Vício: Orgulho

Atributos:

Força 4                  Destreza 6              Vigor 5

Presença 4            Manipulação 2     Autocontrole 3

Inteligência 3       Raciocínio 6          Perseverança 4

Habilidades:

Mentais:Erudição 2, Investigação 4, Ocultismo (vampiros, metamorfos) 4, Política 2

Físicas: Armamento 5, Armas de Fogo 4, Briga 6, Condução 4, Dissimulação 6, Esportes (corrida) 4, Furto 2, Sobrevivência (perseguição) 5

Sociais: Astúcia 3, Intimidação 5, Manha 3, Persuasão 1, Trato com Animais 4

Vantagens:

Aliados 4, Contatos 5,  Línguas (Espanhol 2, Inglês 1), Recursos 2, Reflexos Rápidos

 Disciplinas:

Animalismo 4, Celeridade 4, Forma Humana 1, Ímpeto 4, Metamorfose 4, Pesadelo 1, Resiliência 5, Voar 2

Força de Vontade: 8       Humanidade: 4

Potência de Sangue: 6   Vitae/turno: 15/3

Vitalidade: 10                      Deslocamento: 15

Defesa: 6                                  Iniciativa: 10

Aparência: Andersom é um homem branco de feições brutas, porém tornadas belas pela imortalidade. Os olhos claros são de um azul feroz que brilha com a necessidade de sangue. A cabeça raspada transmite ainda mais a brutalidade em sua aparência, algo que ele não gosta de esconder. Ama exigir as presas protuberantes e seu caminhar felino. Às vezes exibe garras ou rosna apenas para intimidar e brincar consigo mesmo.

Veste-se com sobretudo negro ou apenas com roupas escuras ou de couro. Se perguntado o motivo, diz que apenas é o que combina com vampiros.

Personalidade: Matar não é só uma palavra para Andersom. O som dessas sílabas tem um significado onírico para o vampiro. Atrai a vontade de sangue, a excitação de caçar, de combater e mostrar o poder do mais forte. Ele quer ver a vítima sofrendo e temendo enquanto se aproxima. Para ele, ser vampiro é uma arte pintada com a violência do dia a dia e abastecida pelo sangue da caçada.
Apesar da brutalidade, tem uma tendência a atrair as pessoas. Sua sinceridade tanto quanto a si mesmo quanto aos outros e a simplicidade dessa alma violenta são quase que imãs para aqueles com personalidade auto-destrutiva. Tem um prazer especial por quem quer domá-lo, brincando com essas pessoas em um jogo de gato e rato, até se cansar e trucidar qualquer mandão que queira lhe dar ordens.

História: Andersom não é do tipo de esconder sua história, nem mesmo de contá-la. Assim as informações sobre ele se espalharam pelo Brasil. Muitas delas são boatos exagerados, mas a maioria começa bem, falando de como esse bastardo de nobres escapou de um ensino sob a tutela da igreja e começou a caçar escravos e criminosos em Minas Gerais. Era uma diversão que assustava o pai, mas com uma habilidade que atraiu a atenção de um vampiro Vrikolaka, que sentiu em Andersom o sangue poderoso de um caçador de linhagem. Esse pobre Criador foi depois caçado e devorado pela Cria que adorou a nova sensação de poder. Aliado a um grupo de criminosos e usando os novos poderes, caçou outros Vrikolakas em Minas Gerais e o fez durante um bom tempo, até assustar todos dessa espécie.
Muitas lendas e assassinatos do século XVIII principalmente próximas a Ouro Preto encontram sua origem nas caçadas de Andersom. Posteriormente, ele se cansou disso. Matou todo o grupo de seguidores e seguiu pelo Brasil para conhecer mais sobre si mesmo e outras criaturas. Foi caçado e passou de presa a caçador, divertiu-se matando e quase morrendo, vivendo com uma simplicidade de fera e falta de sofisticação que deixava outros vampiros da mesma idade boquiabertos.
Andersom se envolveu em diversos planos, mortes de vampiros, magos e até atuou como assassino profissional sem um plano aparente que pudesse ser traçado por quem o pesquisou. Na verdade, a tendência foi que traçasse quem reunia informação sobre ele e.. fizesse o que sempre fazia. Assim ele sempre foi ao mesmo tempo um livro aberto para todos e um mistério a ser decifrado. Aparentemente, só encontrou um outro propósito quando a Fraternidade Sombria foi fundada. Foi a primeira vez em que chamou alguém de amigo, referindo-se principalmente a Marcus e James e assumindo uma posição de aliança desconfiada com outros membros na época.

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